Um dos maiores escritores e pensadores alemães de todos os tempos. Responsavel em grande e fundamental parte por minha formação como pessoa.

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Um dos maiores escritores e pensadores alemães de todos os tempos. Responsavel em grande e fundamental parte por minha formação como pessoa.
Maior expoente da Beat Generation, percorreu os Estados Unidos e transformou suas experiências em obras cheias de intensidade escritas em um fluxo contínuo de pensamentos, conhecido como prosa instantânea.
Escritor, ensaísta, poeta, pensador e pintor de origem libanesa, era também considerado um filósofo, embora ele mesmo tenha rejeitado esse título
Escritor moçambicano de origem portuguesa, um dos maiores escritores contemporâneos escrevendo no idioma português. Representante africado do Realismo Fantástico.
Um dos grandes gênios da do rock e da música, além de ter escrito letras antológicas, com coragem e sensibilidade, nunca fugiu de se posicionar com clareza sobre temas fundamentais.

O Conversa Afora é um espaço onde as vozes que habitam minha cabeça se encontram para prosear. E há uma voz que, quando surge, não pede licença: a de Neil Young. Em um momento específico na história do rock, essa voz não apenas falou, ela expressou o horror, o luto e a fúria de uma geração. Foi dessa revolta que nasceu “Ohio”. E, para entender como tudo aconteceu, precisamos voltar para o mês de maio de 1970. O cenário não era uma fogueira tranquila com amigos, mas um campus universitário transformado em zona de guerra. O Horror na Capa da Revista A história de “Ohio” começa no dia 4 de maio de 1970, na Universidade de Kent State, no estado de Ohio. Estudantes protestavam pacificamente contra a expansão da Guerra do Vietnã para o Camboja, ordenada pelo presidente Richard Nixon. Em um momento de tensão brutal, membros da Guarda Nacional

Se você chegou até aqui, já deve ter reparado que chamei o canto das minhas influências mais queridas de “Vozes que Falam na Minha Cabeça”. A ideia parece (e é) um pouco brincalhona, uma forma de quebrar o gelo e não me levar tão a sério. Mas, como toda boa brincadeira, ela carrega uma verdade profunda. Todas as vozes que convidei para este conselho imaginário são reais, importantes e moldaram quem eu sou. E como todo conselho precisa de uma liderança, o meu tem um presidente. Não foi uma eleição difícil; na verdade, nunca houve outra opção. O presidente honorário, vitalício e inquestionável deste espaço é Hermann Hesse. Mas por que ele? Por que um escritor alemão do século passado tem tanta influência na forma como um designer brasileiro do século XXI vê o mundo? A resposta é simples e, ao mesmo tempo, a coisa mais complexa que já experimentei: